Água
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O controle de perdas de água tratada é condição para transformação das cidades

A nossa mensagem no primeiro dia de debates do 8º Fórum foi que devemos começar agora a trabalhar para termos cidades inteligentes

Como devemos repensar a forma que moldamos as cidades para a transição para cidades com consciência hídrica? Essa foi a pergunta central para os participantes da mesa sobre Projetos de Cidades com consciência hídrica, no programa oficial do 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília.

Flávio Lemos, diretor da SUEZ Brasil, alertou que o caminho para as cidades se transformarem começa agora, combatendo o desperdício de água tratada. Os números são alarmantes, o Brasil, por exemplo, perde 37% de toda água tratada, o que representa um prejuízo de R$ 8 bilhões por ano.
"Em 2050, 66% da população mundial viverá nas cidades," disse o Flávio Lemos. “Os centros urbanos que investirem em tecnologia para integrar e gerir os serviços públicos conseguirão atender as expectativas de melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”. 

No que diz respeito ao controle de perdas de água, Lemos citou a cidade de São Paulo. No Jardim São Luís, no extremo sul da Região Metropolitana de São Paulo, onde a Sabesp passou a economizar mais de 1 milhão de m3 de água por mês ao final do contrato na modalidade de remuneração por resultado (performance) com a SUEZ. O trabalho de gestão de perdas também foi iniciado pela empresa em Olinda, em Pernambuco, com o objetivo de economizar 48,5 milhões m3 de água tratada em quatro anos.

Lemos informou que as soluções tecnológicas que a SUEZ tem oferecido a seus clientes, tais  como, gerenciamento dos sistemas de abastecimento de água em tempo real, com consumo de energia otimizado e  monitoramento digital de todos os processos, está ajudando as cidades a prepararem para se tornar inteligentes, ou melhorar sua consciência hídrica.

 

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